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Juízes, JZ, 9:11, Porém a figueira lhes respondeu: ´Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto, para dominar sobre as árvores?`

Por Juízes, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 5:25, Metusalém viveu cento e oitenta e sete anos e gerou Lameque.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 24:65, e perguntou ao servo: - Quem é aquele homem que vem pelo campo ao nosso encontro? O servo respondeu: - É o meu senhor. Então ela pegou o véu e se cobriu.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Barrow-on-Furness I Sou vil, sou reles, como toda a gente Não tenho ideais, mas não os tem ninguém. Quem diz que os tem é como eu, mas mente. Quem diz que busca é porque não os tem. É com a imaginação que eu amo o bem. Meu baixo ser porém não mo consente. Passo, fantasma do meu ser presente, Ébrio, por intervalos, de um Além. Como todos não creio no que creio. Talvez possa morrer por esse ideal. Mas, enquanto não morro, falo c leio. Justificar-me? Sou quem todos são... Modificar-me? Para meu igual?... — Acaba lá com isso, ó coração! II Deuses, forças, almas de ciência ou fé, Eh! Tanta explicação que nada explica! Estou sentado no cais, numa barrica, E não compreendo mais do que de pé. Por que o havia de compreender? Pois sim, mas também por que o não havia? Águia do rio, correndo suja e fria, Eu passo como tu, sem mais valer... Ó universo, novelo emaranhado, Que paciência de dedos de quem pensa Em outras cousa te põe separado? Deixa de ser novelo o que nos fica... A que brincar? Ao amor?, à indif'rença? Por mim, só me levanto da barrica. III Corre, raio de rio, e leva ao mar A minha indiferença subjetiva! Qual "leva ao mar"! Tua presença esquiva Que tem comigo e com o meu pensar? Lesma de sorte! Vivo a cavalgar A sombra de um jumento. A vida viva Vive a dar nomes ao que não se ativa, Morre a pôr etiquetas ao grande ar... Escancarado Furness, mais três dias Te, aturarei, pobre engenheiro preso A sucessibilíssimas vistorias... Depois, ir-me-ei embora, eu e o desprezo (E tu irás do mesmo modo que ias), Qualquer, na gare, de cigarro aceso... IV Conclusão a sucata! ... Fiz o cálculo, Saiu-me certo, fui elogiado... Meu coração é um enorme estrado Onde se expõe um pequeno animálculo A microscópio de desilusões Findei, prolixo nas minúcias fúteis... Minhas conclusões Dráticas, inúteis... Minhas conclusões teóricas, confusões... Que teorias há para quem sente o cérebro quebrar-se, como um dente Dum pente de mendigo que emigrou? Fecho o caderno dos apontamentos E faço riscos moles e cinzentos Nas costas do envelope do que sou ... V Há quanto tempo, Portugal, há quanto Vivemos separados! Ah, mas a alma, Esta alma incerta, nunca forte ou calma, Não se distrai de ti, nem bem nem tanto. Sonho, histérico oculto, um vão recanto... O rio Furness, que é o que aqui banha, Só ironicamente me acompanha, Que estou parado e ele correndo tanto ... Tanto? Sim, tanto relativamente... Arre, acabemos com as distinções, As subtilezas, o interstício, o entre, A metafísica das sensações — Acabemos com isto e tudo mais ... Ah, que ânsia humana de ser rio ou cais!

Por Álvaro de Campos

⁠Saber dizer não para as coisas certas é um sinal de amadurecimento emocional, assim como não saber dizer não mostra que você ainda precisa evoluir.

Por Cátia Damasceno

Vivemos para salvarmos a nós mesmos.

Por Bungo Stray Dogs

Naum, NA, 2:12, O leão arrebatava o bastante para os seus filhotes, estrangulava a presa para as suas leoas, e enchia de vítimas as suas cavernas, e os seus covis, de rapina.

Por Naum, Antigo Testamento

O papel tem mais paciência do que as pessoas.

Por Anne Frank

Só raramente conseguimos que nos amem, mas é sempre possível fazer com que nos estimem.

Por Bernard Fontenelle

⁠Há cristãos que seguem paralisados, esperando revelações todos os dias… E Deus, com amor, sussurra à alma: — Vai, caminha… Eu sou contigo!

Por Janice F. Rocha