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Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Em qualquer situação, eu aprendi o segredo. Seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso em Jesus Cristo, aquele que me fortalece.
Por Filme: Deus não está mortoÊxodo, EX, 36:28, Fizeram também duas tábuas para os cantos do tabernáculo, na parte posterior,
Por Êxodo, Antigo TestamentoJó, JÓ, 34:24, Deus arrasa os poderosos, sem os inquirir, e põe outros em seu lugar.
Por Jó, Antigo TestamentoSonhei que vi o céu cinzar e cair você não estava aqui Estava bem longe de mim A chuva até que caía bem Já que a lua chegava também Mas a falta vinha, apertava também De lembranças que trazia um bem Me vejo só e mais ninguém Nessa chuva de sexta que me faz refém Tô na estação esperando um trem Que me leve pra onde você tá também; ---- Aah, meu coração é a casa que tu pode entrar Pode ficar á vontade, deitar no sofá Só Não repara na bagunça que ela tá Lá, lá, lá, lá, lá, lá (x2)
Por KamaitachiSe a sua segurança está na velocidade e na correria sem pausa, pode apostar que cedo ou tarde sem remédio você não fica.
Por Italo MarsiliGênesis, GN, 6:6, Então o Senhor ficou triste por haver feito o ser humano na terra, e isso lhe pesou no coração.
Por Gênesis, Antigo TestamentoO povo apenas transfere livremente para o rei o poder que não domina totalmente: nomeadamente o de arbitragem [...] e de decisão rápida.
Por Baruch EspinozaVocê transborda música e vida. Já tenho o nome perfeito pra você: Vivo.
Por A Jornada de Vivo (filme)Meu diário público 25/05/2025 Me chamo Aline Caira, costumo usar o pseudônimo de Kayra, enfim... carrego em mim a história de uma infância moldada pela hostilidade e crueldade. Um lar que, ao invés de ser um refúgio, foi palco de violência física, mental e psicológica, tecendo uma teia de sofrimento em meu ser. Cresci em silêncio, aprendendo a suportar a dor, pois, aos olhos de meus algozes, eu era um ser desprezível, culpada até mesmo pelas travessuras e pequenas artes inerentes à infância. A cumplicidade de minha própria irmã, que, ao invés de ser amiga, me apelidava de "bruxa", "Olivia Palito" e me atacava com palavras cruéis sobre minha magreza, feiúra e suposta burrice, só aprofundava a ferida. A fachada de felicidade em passeios e eventos logo se desfazia ao cruzar a porta de casa, onde o terrorismo psicológico se instalava. Era o inferno particular, a solidão em meio àqueles que deveriam me amar. As palavras, como navalhas, cortavam minha alma, somadas às agressões físicas que marcaram meu corpo: chutes, pontapés, puxões de cabelo, socos no rosto, tapas ensurdecedores. Unhas que rasgavam minha pele, beliscões que me feriam profundamente. A violência escalou ao ponto de um afogamento simulado por minha própria mãe em um tanque d'água, um ato que ecoa em meus pesadelos até hoje. Fui atirada da escada, humilhada e exposta a situações vexatórias, com meu pai me xingando e espancando em público, na rua, na escola, até mesmo diante da diretora. A vergonha e o medo se tornaram meus companheiros constantes. O que torna tudo ainda mais lamentável é a conivência silenciosa dos familiares, testemunhas passivas do meu sofrimento. O motivo? Permanece um mistério doloroso. É incompreensível a existência de seres humanos capazes de presenciar o sofrimento de uma criança e permanecer inertes. Na vida adulta, carrego comigo essa criança ferida, sedenta por amor e pela segurança que nunca encontrou nos braços de seus pais. A busca por esse afeto perdido se manifesta em padrões de comportamento, em relacionamentos que, muitas vezes, repetem a dinâmica dolorosa do passado. Minha vida adulta é permeada por tristezas, dores e sofrimentos. A depressão se tornou uma sombra constante, uma batalha diária que me consome. Há dias em que a exaustão me impede de sequer levantar da cama. No entanto, o olhar doce e amoroso de minha filha me impulsiona a seguir em frente. Por ela, por seu bem-estar, não posso me render às minhas próprias dores. Ela é a luz que me guia, a força que me mantém de pé, a razão para lutar contra a escuridão que me assola. E é por ela que busco a cura, a libertação das amarras do passado, para que ela possa ter a mãe que eu nunca tive.
Por Aline Caira