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nalgum lugar em que eu nunca estive, alegremente além de qualquer experiência, teus olhos têm o seu silêncio: no teu gesto mais frágil há coisas que me encerram, ou que eu não ouso tocar porque estão demasiado perto teu mais ligeiro olhar facilmente me descerra embora eu tenha me fechado como dedos, nalgum lugar me abres sempre pétala por pétala como a Primavera abre (tocando sutilmente, misteriosamente) a sua primeira rosa ou se quiseres me ver fechado, eu e minha vida nos fecharemos belamente, de repente, assim como o coração desta flor imagina a neve cuidadosamente descendo em toda a parte; nada que eu possa perceber neste universo iguala o poder de tua imensa fragilidade: cuja textura compele-me com a cor de seus continentes, restituindo a morte e o sempre cada vez que respira (não sei dizer o que há em ti que fecha e abre; só uma parte de mim compreende que a voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas) ninguém, nem mesmo a chuva, tem mãos tão pequenas!

Por E. E. Cummings

O nacionalismo é uma doença infantil; é o sarampo da humanidade.

Por Albert Einstein

⁠Moça, você aspirou a ser escolhida? Quer ser poupada de quê?

Por Cassiane Souza

Lucas, LC, 5:9, Pois, à vista da pesca que fizeram, a admiração se apoderou dele e de todos os seus companheiros,

Por Lucas, Novo Testamento

A tarde talvez fosse azul, não houvesse tantos desejos.

Por Carlos Drummond de Andrade

Evoluir: esse é o principal objetivo das constantes transformações pela quais passamos.

Por Flávia Abib

Quando eu nasci, as frases que hão-de salvar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa – salvar a humanidade.

Por Almada Negreiros

Ester, ET, 4:17, Então Mordecai foi e fez tudo o que Ester lhe havia ordenado.

Por Ester, Antigo Testamento

Gosto de sentir minha língua roçar A língua de Luís de Camões Gosto de ser e estar E quero me dedicar A criar confusões de prosódia E uma profusão de paródias Que encurtem dores E furtem cores como camaleões Gosto do Pessoa na pessoa Da rosa no Rosa E sei que a poesia esta para a prosa Assim como o amor esta para a amizade E quem há de negar que esta lhe é superior E deixa os portugais morrerem a mingua "Minha pátria é minha língua" Fala mangueira! Fala! Vamos atentar para a sintaxe dos paulistas E o falso inglês relax dos sufistas Sejamos imperialistas Vamos na velô de dicção chao chao de Carmem Miranda E que Chico Buarque de Holanda nos resgate E -xeque-mate- explique-nos Luanda Ouçamos com atenção os deles e os delas da teve globo Sejamos o lobo do lobo do homem (...) Flor de Lácio Sambódromo Lusamérica Latim em pó O que quer O que pode Esta língua? (...)

Por Caetano Veloso

Eclesiastes, EC, 2:18, Também perdi o gosto por todo o meu trabalho, com que me afadiguei debaixo do sol, pois o resultado de tudo isso ficará para quem vier depois de mim.

Por Eclesiastes, Antigo Testamento