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Atos, AT, 15:20, mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, bem como da imoralidade sexual, da carne de animais sufocados e do sangue.
Por Atos, Novo TestamentoI Crônicas, 1CR, 22:16, em ouro, prata, bronze e ferro, que não se pode contar. Portanto, mãos à obra, e que o Senhor esteja com você!
Por I Crônicas, Antigo TestamentoFlores na Estrada... Um homem morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica. Todos os dias ele pegava o ônibus das 6:15h e viajava cinqüenta minutos até o trabalho. À tardinha fazia a mesma coisa voltando para a casa. No ponto seguinte ao que o homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na janela. Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus. Um dia, o homem reparou na cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa. Certa vez o homem sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu: - Bom dia, desculpe a curiosidade, mas o que a senhora está jogando pela janela? - Bom dia, respondeu a velhinha. - Jogo sementes. - Sementes? Sementes de que? - De flor. É que eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia. E gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom. - Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos. A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na beira da estrada? - Acho, meu filho. Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar. - Mesmo assim, demoram para crescer, precisam de água. - Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca vão nascer. Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu “trabalho”. O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio “caduca”. O tempo passou... Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto, olhou para fora e viu margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias. A paisagem estava colorida, perfumada e linda. O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo. - A velhinha das sementes? Pois é, morreu de pneumonia no mês passado. O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela. “Quem diria, as flores brotaram mesmo”, pensou. “Mas de que adiantou o trabalho da velhinha? A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda”. Nesse instante, o homem escutou uma risada de criança. No banco da frente, um garotinho apontava pela janela entusiasmado: Olha mãe, que lindo, quanta flor pela estrada. Como se chamam aquelas azuis? Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito. Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz. Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas. No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso. “Se não houver frutos, valeu a beleza das flores. Se não houver flores, valeu a sombra das folhas. Se não houver folhas, valeu a intenção da semente”.
Por HenfilMe disseram que eu não conseguiria chegar aonde eu cheguei, me deram conselhos para desistir, disseram que eu era nova, disseram que eu não saberia lidar com o tal '' amor '' me disseram que me perderia, que não saberia compreender. Mas mesmo assim eu busquei, eu tentei, eu fui atrás eu não liguei pra nada do que me disseram, e hoje estou aqui com a história de amor que ninguém um dia acreditaria ser verdade.
Por Lary KramerO AMOR MODERNO Fragmentos do texto: O amor moderno o amor moderno tem consultório que geralmente custa muito caro. O amor moderno quando tem crises, vai ao terapeuta. O terapeuta que não tem nada a ver com isso, prescreve um livro de auto-ajuda, marca a próxima consulta e manda cada um pra sua casa. O amor moderno mesmo, divide bens em advogado, paga pensão, faz escala de visitas para as crianças, decide as férias que geralmente não é coletiva. Quando o amor é super moderno,depois de juntar os trapinhos, pede-se um tempo para outras experiências. Amor moderno que se respeite e que tem status, discute a relação por e-mail porque é mais rápido. Amor atual é aquele cheio de compatibilidade tal como dois banheiros. Amor que é amor, mata-se em nome dele. E tudo bem, ficamos assim combinados porque moderno eu não quero ser
Por Ita Portugalfalamos sobre o percurso até o fracasso ou sobre como falar em fracasso talvez já seja um passo adiante um passo adiante do fracasso o passo não sei bem em que direção
Por Alice Sant'AnnaANIMAIS Você se esquece de como nós éramos antes quando ainda éramos de primeira classe e o dia veio gordo com uma maçã na boca de nada adianta preocupar com o Tempo mas nós tínhamos alguns truques nas mangas e fizemos umas curvas fechadas todos os pastos pareciam nossas refeições não precisávamos de velocímetros de gelo e água nós fazíamos coquetéis Eu não iria querer que fosse mais rápido ou verde que agora se você estivesse comigo Ó você foi o melhor de todos os meus dias
Por Frank O'Hara