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Amor platônico QUEM NUNCA? Quem nunca ficou deitado com o travesseiro enfiado na cara, deprimido? Quem nunca chorou, se descabelou, se estapeou, quis enfiar um dedo em cada narina e se rasgar porque o seu “amor” mudou o relacionamento do Facebook e a nova(o) namoradinha(o) dele(a) é a guria/o cara que você mais odiava no mundo?

Por Kéfera Buchmann

Jeremias, JR, 21:11, - À casa do rei de Judá você dirá o seguinte: Escutem a palavra do Senhor!

Por Jeremias, Antigo Testamento

Daniel, DN, 8:26, - A visão das tardes e das manhãs, que lhe foi dada, é verdadeira. Mas guarde a visão em segredo, porque se refere a dias ainda bem distantes.

Por Daniel, Antigo Testamento

Jó, JÓ, 39:11, Você vai confiar nele, por causa da grande força que ele tem, ou deixará o seu trabalho por conta dele?

Por Jó, Antigo Testamento

⁠Senhor Jesus, me ensina a caminhar olhando pro Céu, a suportar as lutas com os olhos na coroa, a viver como quem já Te vê. Quando chegar minha hora, que eu entre com louvor, não por merecimento, mas pela graça do Teu amor. E que minha história cante no Céu: Valeu a pena viver por Ti. Amém.

Por Miriam Leal

⁠A execução é a responsável pelo milagre de transformar o nada em algo. Ideias são maravilhosas, conhecimentos são incríveis, mas a execução é o que realmente transforma, o que faz acontecer.

Por Caio Carneiro

FELIZ DIA DO TELEFONE (parte da crônica de João Ubaldo Ribeiro, publicada no dia 10.03.13 no Jornal O Estado de S.Paulo) "Mesmo consciente desses perigos, ouso dizer que a maior parte de vocês não sabia que hoje é o dia do telefone. Eu por acaso sabia e me lembrei assim que vi a data no calendário. E também já sabia de uma porção de coisas adicionais, inúteis mas talvez vistosas. Tudo isso, juro que é verdade, sem recorrer ao Google. Faz mais tempo que eu gostaria de admitir, escrevi um trabalho escolar sobre Alexander Graham Bell, o inventor do telefone, e não me esqueci de fatos importantíssimos. Para começar, Bell não era americano, como geralmente se pensa; era escocês. E, se vocês pasmaram com esta, pasmem com a próxima: nos primeiros telefones, não se falava e escutava ao mesmo tempo, era como nos walkie-talkies dos filmes de guerra americanos e os interlocutores tinham que dizer "câmbio", ao terminarem cada fala. E, sim, D. Pedro II garantiu o papel do Brasil no sucesso da invenção. Os historiadores americanos lembram como Sua Majestade, durante uma feira internacional em Filadélfia, ficou estupefato com o novo aparelho e exclamou: "Meu Deus, isto fala!". Parece que ele botou mais fé na novidade que os americanos, porque o presidente americano Rutherford B. Hayes declarou mais tarde que se tratava de um aparelho interessante, mas sem nenhuma utilidade. D. Pedro ganhou um e as centrais telefônicas começaram a se instalar no Brasil, notadamente no Rio de Janeiro e, segundo eu li, tinham o hábito de pegar fogo com grande frequência. O coronel Ubaldo, meu avô, como vários de seus contemporâneos, na hora de falar no telefone, botava o paletó e passava a mão na careca, parecendo ajeitar uma cabeleira invisível e, depois que contaram a ele que funcionava com eletricidade, acho que nunca mais tocou em nenhum.

Por João Ubaldo Ribeiro

Constitui, pois, a luta contra a fome, concebida em termos objetivos, o único caminho para a sobrevivência de nossa civilização, ameaçada em sua substância vital por seus próprios excessos, pelos abusos do poder econômico, por sua orgulhosa cegueira – numa palavra, por seu egocentrismo político,sua superada visão ptolomaica do mundo.- 1966

Por Josué de Castro

Morrer no lugar de quem amo parece ser uma boa maneira de partir.

Por Crepúsculo

⁠É importante ter em mente que para pensar soluções para uma realidade, devemos tirá-la da invisibilidade. Portanto, frases como “eu não vejo cor” não ajudam. O problema não é a cor, mas seu uso como justificativa para segregar e oprimir.

Por Djamila Ribeiro