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Não: devagar. Devagar, porque não sei Onde quero ir. Há entre mim e os meus passos Uma divergência instintiva. Há entre quem sou e estou Uma diferença de verbo Que corresponde à realidade. Devagar... Sim, devagar... Quero pensar no que quer dizer Este devagar... Talvez o mundo exterior tenha pressa demais. Talvez a alma vulgar queira chegar mais cedo. Talvez a impressão dos momentos seja muito próxima... Talvez isso tudo... Mas o que me preocupa é esta palavra devagar... O que é que tem que ser devagar? Se calhar é o universo... A verdade manda Deus que se diga. Mas ouviu alguém isso a Deus?

Por Álvaro de Campos

Temos que nos unir em paz para ajudar a acabar com essa paz?

Por Klaus (filme)

Salmos, SL, 118:11, Elas me cercaram, sim, me cercaram de todos os lados; mas em nome do Senhor as destruí.

Por Salmos, Antigo Testamento

Provérbios, PV, 23:28, Como assaltante, ela fica à espreita e multiplica entre os homens os infiéis. - 18 -

Por Provérbios, Antigo Testamento

A maior das gauchadas Que há na Sagrada Escritura, - Falo como criatura, Mas penso que não me engano! - É aquela, em que o Soberano, Na sua pressa divina, Resolveu fazer a china Da costela do Paisano! Bendita china gaúcha Que és a rainha do pampa, E tens na divina estampa Um quê de nobre e altivo. És perfume, és lenitivo Que nos encanta e suaviza E num minuto escraviza O índio mais primitivo! Fruto selvagem do pago, Potranquita redomona, Teus feitiços de madona Já manearam muito cuera, E o teu andar de pantera, Retovado de malícia Nesta querência patrícia Fez muito rancho tapera! Refletem teus olhos negros Velhas orgias pagãs E a beleza das manhãs, Quando no campo clareia... Até o sol que te bronzeia Beijando-te a estampa esguia Faz de ti, prenda bravia Uma pampeana sereia! Jamais alguém contestou O teu cetro de realeza! E o trono da natureza É teu, chinoca lindaça... Pois tu refletes com graça As fidalgas Açorianas Charruas e Castelhanas Vertentes Vivas da Raça! A mimosa curvatura Desse teu corpo moreno É o pago em ponto pequeno Feito com arte divina, E o teu colo que se empina Quando suspiras com ânsia São dois cerros na distância Cobertos pela neblina. Quem não te adora o cabelo mais negro que o picumã? E essa boca de romã Nascida para o afago, Como que a pedir um trago Desse licor proibido Que o índio bebe escondido Desde a formação do Pago? Pra mim tu pealaste os anjos Na armada do teu sorriso, Fugindo do Paraíso, Para esta campanha agreste, E nalgum ritual campestre, Por força do teu encanto, Transformaste o pago santo Num paraíso terrestre!

Por Jayme Caetano Braun

As melhores mentiras ficam disfarçadas sob verdades incontestáveis.

Por Ashley Herring Blake

Naum, NA, 1:15, Eis sobre os montes os pés do que anuncia boas-novas, do que anuncia a paz! Celebre as suas festas, ó Judá, cumpra os seus votos, porque o ímpio não mais passará por você; ele foi inteiramente exterminado.

Por Naum, Antigo Testamento

⁠quando a certeza era só morte, a Cruz virou passaporte !

Por Miriam Leal

Neemias, NE, 12:39, E desde o Portão de Efraim, passaram por cima do Portão Velho e do Portão dos Peixes, pela Torre de Hananel, pela Torre dos Cem, até o Portão do Gado; e pararam junto ao Portão da Guarda.

Por Neemias, Antigo Testamento

Salmos, SL, 92:14, Na velhice ainda darão frutos, serão cheios de seiva e de verdor,

Por Salmos, Antigo Testamento