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É verdade o que você disse. Humanos são fracos e morrem facilmente. Mas não importa o quão fraco, não importa o quanto somos torturados, não importa quanta dor nós sentimos, nós ainda queremos viver. (Gatts)

Por Berserk

stop a vida parou ou foi o automóvel?

Por Carlos Drummond de Andrade

Viajar no tempo é perigoso demais. É melhor eu me dedicar ao estudo de outro mistério do Universo: as mulheres. (Dr. Emmett Brown)

Por De Volta Para o Futuro 2

Salmos, SL, 147:1, Aleluia! Bom e amável é cantar louvores ao nosso Deus; fica-lhe bem o cântico de louvor.

Por Salmos, Antigo Testamento

Existe apenas uma vida e você tem que viver. Você já enterrou sua irmã. Não se enterre com ela.

Por Gran Hotel

Ousadia é uma das qualidades do empreendedor! O mundo pertence aos ousados.

Por Eike Batista

Entender o que deve ser feito é fácil. Levantar da cadeira e fazer... isso é o que separa quem meramente deseja de quem realiza desejos.

Por Aldo Novak

Filipe II tinha um colar de oiro tinha um colar de oiro com pedras rubis. Cingia a cintura com cinto de coiro, com fivela de oiro, olho de perdiz Comia num prato de prata lavrada girafa trufada, rissóis de serpente. O copo era um gomo que em flor desabrocha, de cristal de rocha do mais transparente. Andava nas salas forradas de Arrás, com panos por cima, pela frente e por trás. Tapetes flamengos, combates de galos, alões e podengos, falcões e cavalos. Dormia na cama de prata maciça com dossel de lhama de franja roliça. Na mesa do canto vermelho damasco a tíbia de um santo guardada num frasco. Foi dono da terra, foi senhor do mundo, nada lhe faltava, Filipe Segundo. Tinha oiro e prata, pedras nunca vistas, safira, topázios, rubis, ametistas. Tinha tudo, tudo sem peso nem conta, bragas de veludo, peliças de lontra. Um homem tão grande tem tudo o que quer. O que ele não tinha era um fecho éclair.

Por António Gedeão

Abdica E sê Rei de ti próprio.

Por Ricardo Reis

Disse meu avô: "As mulheres se lembrar dos homens que as fizeram rir. Os homens lembram as mulheres que os fizeram chorar".

Por Alejandro Jodorowsky