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Números, NM, 29:18, com a oferta de cereais e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,

Por Números, Antigo Testamento

Lucas, LC, 9:44, <J> - Prestem bem atenção nas seguintes palavras: o Filho do Homem está para ser entregue nas mãos dos homens.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

O sofrimento é a lembrança do amor. É a prova de que amamos.

Por Glennon Doyle

Abram a mente, meus amigos. Todos nós tememos aquilo que foge à nossa compreensão

Por Dan Brown

Reúna as forças dentro de você Há muita coisa boa pra viver O mundo é lindo além da sua janela Venha e eu mostro tudo pra você

Por Denov

Êxodo, EX, 39:27, Fizeram também as túnicas de linho fino, de obra tecida, para Arão e para seus filhos,

Por Êxodo, Antigo Testamento

Ageu, AG, 2:7, Farei tremer todas as nações, e serão trazidas as coisas preciosas de todas as nações, e encherei este templo de glória, diz o Senhor dos Exércitos.

Por Ageu, Antigo Testamento

⁠A educação apresenta uma excelência por meio do fazer diferente, que na verdade nao o faz, de ser significativo, que ao final não consegue o significado desejado, porque o foco não é a produção, mas a exposição de como está sendo produzido.

Por Joseni Caminha

Você chorou baixinho pra ninguém escutar, né? Deus escutou.

Por Harry Styles (One Direction)

As pulgas sonham em comprar um cão, e os ninguéns com deixar a pobreza, que em algum dia mágico de sorte chova a boa sorte a cântaros; mas a boa sorte não chova ontem, nem hoje, nem amanhã, nem nunca, nem uma chuvinha cai do céu da boa sorte, por mais que os ninguéns a chamem e mesmo que a mão esquerda coce, ou se levantem com o pé direito, ou comecem o ano mudando de vassoura. Os ninguéns: os filhos de ninguém, os dono de nada. Os ninguéns: os nenhuns, correndo soltos, morrendo a vida, fodidos e mal pagos: Que não são embora sejam. Que não falam idiomas, falam dialetos. Que não praticam religiões, praticam superstições. Que não fazem arte, fazem artesanato. Que não são seres humanos, são recursos humanos. Que não tem cultura, têm folclore. Que não têm cara, têm braços. Que não têm nome, têm número. Que não aparecem na história universal, aparecem nas páginas policiais da imprensa local. Os ninguéns, que custam menos do que a bala que os mata.

Por Eduardo Galeano