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Marcos, MC, 3:30, Jesus disse isto porque diziam: ´Está possuído de um espírito imundo.`
Por Marcos, Novo TestamentoMiquéias, MQ, 6:10, Ainda se encontram, na casa dos ímpios, os tesouros da impiedade e a medida falsa que eu detesto?
Por Miquéias, Antigo TestamentoJoão, JO, 4:52, Então perguntou a que horas o seu filho havia se sentido melhor. Informaram: - Ontem, à uma hora da tarde a febre o deixou.
Por João, Novo TestamentoSe acreditarmos que estamos sendo vigiados, é bem menos provável deixarmos nossas mentes perambular em busca de opiniões que requeiram coragem ou que possam nos levar além dos limites da opinião aceitável. Começamos a distorcer nossas opiniões para agradar nosso observador.
Por Franklin FoerSe um homem tem ouro, ele vive com o terror de que alguém o tire, e então constrói muros ao seu redor. Então todo mundo sabe onde está o ouro, aí eles o pegam. É assim que acontece sempre, irmão. Tolos e ouro, juntos.
Por Conn IgguldenSaudade é o que fica quando você vai. Incertos momentos demos tão certo. Se você não consegue virar a página, troque o livro. Existem tantas histórias interessantes esperando para serem lidas, esperando para serem lindas. Ah, se a gente morasse de saudade! Quando eu morro de saudade, reencarno em você. — com Dunalva Moreira da Mota e Laís Cullen. E quando eu espero você parece que eu expiro você e que você me inspira também até a garganta dar um nós e a gente sufocar em paz. Esqueça as fronteiras, amar nunca foi um país. Não era amor porque não tinha pranto e era tanto porque não era amor. E amor é realmente tudo de que a gente precisa para tornar qualquer momento inesquecível." Fim: quando a nossa única perspectiva passa a ser esse ponto de fuga. a lua espera o sol na sala de star.
Por Eu me chamo AntônioEu só quero que você saiba que você é uma boa pessoa. Você merece ter uma vida boa.
Por Jane The VirginVamos pular A parte que eu peço aquele vinho do bom A taça não merece tirar seu batom Deixa comigo, que pra isso eu tenho o dom
Por Felipe Araújo (cantor)Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, a força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! que desabafo! que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lentejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há platéia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados.
Por Machado de Assis