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I Crônicas, 1CR, 9:32, Outros dos seus irmãos, dos filhos dos coatitas, tinham o encargo de preparar os pães da proposição para todos os sábados.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoMateus, MT, 11:25, Por aquele tempo, Jesus exclamou: <J> - Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e instruídos</J> <J>e as revelaste aos pequeninos.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoA arte de perder A arte de perder não é nenhum mistério; Tantas coisas contêm em si o acidente De perdê-las, que perder não é nada sério. Perca um pouquinho a cada dia. Aceite, austero, A chave perdida, a hora gasta bestamente. A arte de perder não é nenhum mistério. Depois perca mais rápido, com mais critério: Lugares, nomes, a escala subseqüente Da viagem não feita. Nada disso é sério. Perdi o relógio de mamãe. Ah! E nem quero Lembrar a perda de três casas excelentes. A arte de perder não é nenhum mistério. Perdi duas cidades lindas. E um império Que era meu, dois rios, e mais um continente. Tenho saudade deles. Mas não é nada sério. – Mesmo perder você (a voz, o riso etéreo que eu amo) não muda nada. Pois é evidente que a arte de perder não chega a ser mistério por muito que pareça (Escreve!) muito sério
Por Elizabeth BishopPodemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz.
Por PlatãoProvérbios, PV, 27:14, Se alguém bendiz o seu vizinho em alta voz, logo de manhã, a sua bênção soará como maldição.
Por Provérbios, Antigo TestamentoA Oração de Maria Deus. Ó Deus infante. O mais precioso filho do céu. Concebido pela união da graça divina com a nossa desgraça. Durma bem. Durma bem. Banhado pela fresca da noite cravejada de diamantes. Durma bem, pois o fogo da ira ferve bem perto. Goze do silêncio do berço, pois o ruído do tumulto se faz sentir em seu futuro. Saboreie a doce segurança de meus braços, pois chegará breve o dia em que não poderei protegê-lo. Descansem bem, mãos pequeninas. Pois apesar de pertencerem a um rei, vocês não tocarão o cetim, não possuirão ouro. Não pegarão numa pena, não guiarão um pincel. Não, suas mãos pequeninas foram reservadas para obras mais preciosas: tocar a chaga viva de um leproso enxugar a lágrima triste de uma viúva, agarrar-se ao chão do Getsêmani. Suas mãos, tão minúsculas, tão ternas, tão brancas — fechadas hoje em forma de punho infantil. Elas não foram destinadas a empunhar um cetro nem abanar do balcão de um palácio, mas reservadas para o cravo romano que irá pregá-las numa cruz romana. Durmam bem, olhos pequeninos. Durmam enquanto podem. Pois logo virá a claridade e você vai ver a confusão que fizemos do seu mundo. Verá nossa nudez, pois não podemos ocultar-nos. Verá nosso egoísmo, pois não podemos dar. Verá nossa dor, pois não podemos curar. Ó olhos que verão o abismo escuro e seu terrível príncipe... durmam, por favor, durmam; durmam enquanto podem. Fique quieta, boquinha pequenina. Fique quieta boca pela qual falará a eternidade. Língua minúscula que em breve chamará os mortos, que irá definir a graça, que silenciará nossa insensatez. Lábios de botão — sobre os quais paira um beijo de estrelas concedendo perdão para os que crerem em você, e de morte para os que o negarem — fiquem quietos. Pezinhos pequeninos que cabem na palma de minha mão, descansem. Pois passos difíceis estão à sua frente. Sentem o cheiro do pó das estradas que terão de palmilhar? Sentem a água fria e salgada sobre as quais andarão? Recuam ao sentir o prego que terão de suportar? Temem a descida íngreme pela escada em espiral até o domínio de Satanás? Descansem, pezinhos pequeninos. Descansem hoje para que amanhã possam andar com poder. Descansem. Pois milhares irão seguir os seus passos. Pequeno coração... coração santo... bombeando o sangue da vida através do universo: quantas vezes iremos quebrantá-lo? Você será dilacerado pelos espinhos de nossas acusações. Você será devastado pelo câncer do nosso pecado. Você será esmagado pelo peso de sua própria tristeza. E será traspassado pela lança da nossa rejeição. Todavia nesse ato de traspassar, nesse último rompimento de músculo e membrana, nessa precipitação final de sangue e água, Ele irá encontrar descanso. Suas mãos serão libertadas, Seus olhos verão a justiça, Seus lábios sorrirão, e Seus pés o levarão para casa. E ali descansará de novo — desta vez nos braços do Pai.
Por Max LucadoMarcos, MC, 12:39, <J>buscam as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes;</J>
Por Marcos, Novo TestamentoII Samuel, 2SM, 20:16, Então uma mulher sábia gritou de dentro da cidade: - Escutem! Escutem! Digam a Joabe que venha cá, para que eu fale com ele.
Por II Samuel, Antigo Testamento