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⁠O principal problema de ser um homem honesto era que isso fazia com que você perdesse todas as suas ilusões.

Por James Jones

Salmos, SL, 78:58, Pois o provocaram à ira com os seus lugares altos e com as suas imagens de escultura despertaram o seu ciúme.

Por Salmos, Antigo Testamento

⁠Vamos transformar esse caso de uma noite em um romance.

Por Jogos de Amor (filme)

No nosso tempo, os videogames são simuladores de treino para melhores as capacidades dos soldados de elite.

Por Future Man

Ageu, AG, 1:8, Vão até o monte, tragam madeira e reconstruam o templo. Dele me agradarei e serei glorificado, diz o Senhor.

Por Ageu, Antigo Testamento

⁠Desafios de ser empata em um ambiente conturbado por Aline Kayra. A empatia é a capacidade de compreender e compartilhar os sentimentos dos outros. Os empatas são indivíduos altamente sensíveis que sentem intensamente as emoções ao seu redor. Nós possuímos uma sensibilidade especial que nos conecta às vibrações emocionais de outras pessoas, o que pode ser uma bênção ou uma maldição. Muitas vezes, ser empata pode resultar em um estado de exaustão emocional, principalmente quando estamos expostos a ambientes tumultuados. Nossas batalhas diárias são intensas e muitas vezes solitárias. Precisamos lidar com a sobrecarga emocional que um ambiente negativo causa em nosso bem-estar. Cada interação pode transformar-se em um desafio, fazendo com que nos sintamos como uma esponja, absorvendo todas as emoções ao nosso redor. Essa sensação pode se agravar em ambientes familiares conturbados, onde conflitos e tensões são frequentes. Viver como empata em um seio familiar conturbado é, sem dúvida, um desafio significativo. A luta interna para manter uma fachada de força pode ser devastadora, causando danos emocionais profundos. É crucial que nós empatas busquemos apoio e cuidemos de nossa saúde emocional para navegar por essas águas turbulentas.

Por Aline Kayra

O que não nos mata nos torna estranhos.

Por Coringa

Outrora, a velhice era uma dignidade; hoje, ela é um peso.

Por François Chateaubriand

- Eu compreendo-a perfeitamente. É uma moça [...] ainda jovem no corpo, mas velha n'alma. Quando se atira a esses excessos de depravação [...] atordoa-se, embriaga-se e esquece um momento; depois vem a reação, o nojo das torpezas em que rojou, a irritabilidade de desejos que a devoram e que não pode satisfazer; nestas ocasiões tem suas veleidades de arrependimento; a consciência solta ainda num grito fraco; a cortesã revolta-se contra si mesma. Isso passa no dia seguinte. Eis o que é Lúcia; daqui a algum tempo o hábito fará dela o mesmo que tem feito das outras: envelhecerá o corpo, como já envelheceu a alma.

Por José de Alencar

I/ ABISMO OLHO O TEJO, e de tal arte Que me esquece olhar olhando, E súbito isto me bate De encontro ao devaneando - O que é ser-rio, e correr? O que é está-lo eu a ver? Sinto de repente pouco, Vácuo, o momento, o lugar. Tudo de repente é oco - Mesmo o meu estar a pensar. Tudo - eu e o mundo em redor - Fica mais que exterior. Perde tudo o ser, ficar, E do pensar se me some. Fico sem poder ligar Ser, idéia, alma de nome A mim, à terra e aos céus... E súbito encontro Deus. II/ PASSOU Passou, fora de Quando, De Porquê, e de Passando..., Turbilhão de Ignorado, Sem ter turbilhonado..., Vasto por fora do Vasto Sem ser, que a si se assombra... O Universo é o seu rasto... Deus é a sua sombra... III/ A VOZ DE DEUS Brilha uma voz na noute... De dentro de Fora ouvi-a... Ó Universo, eu sou-te... Oh, o horror da alegria Deste pavor, do archote Se apagar, que me guia! Cinzas de idéia e de nome Em mim, e a voz: Ó mundo, Sermente em ti eu sou-me... Mero eco de mim, me inundo De ondas de negro lume Em que para Deus me afundo. IV/ A QUEDA Da minha idéia do mundo Caí... Vácuo além de profundo, Sem ter Eu nem Ali... Vácuo sem si-próprio, caos De ser pensado como ser... Escada absoluta sem degraus... Visão que se não pode ver... Além-Deus! Além-Deus! Negra calma... Clarão de Desconhecido... Tudo tem outro sentido, ó alma, Mesmo o ter-um-sentido... V/ BRAÇO SEM CORPO BRANDINDO UM GLÁDIO ( Entre a árvore e o vê-la ) Entre a árvore e o vê-la Onde está o sonho? Que arco da ponte mais vela Deus?... E eu fico tristonho Por não saber se a curva da ponte É a curva do horizonte... Entre o que vive e a vida Pra que lado corre o rio? Árvore de folhas vestida - Entre isso e Árvore há fio? Pombas voando - o pombal Está-lhes sempre à direita, ou é real? Deus é um grande Intervalo, Mas entre quê e quê?... Entre o que digo e o que calo Existo? Quem é que me vê? Erro-me... E o pombal elevado Está em torno na pomba, ou de lado? [1913?]

Por Fernando Pessoa