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“Deixe que a Vida seja!” “Sempre que você presta atenção em alguma coisa natural, em qualquer coisa que existe sem a intervenção humana, você sai da prisão do pensamento e de certa forma entra em conexão com o Ser no qual tudo o que é natural ainda existe”. “Prestar atenção numa pedra, numa planta, num animal, não é pensar nele, mas simplesmente percebê-lo, tomar conhecimento dele. Então algo da essência desse elemento da natureza se transmite a você. Sentir a calma desse elemento faz com que o mesmo calmo desponte no seu interior. Você sente como ele repousa profundamente no Ser – unido ao que é e onde é. Ao se dar conta disso, você também é transportado de volta para um lugar de repouso no fundo do seu ser. Veja como cada planta e cada animal é completo em si mesmos. Ao contrário dos seres humanos, eles não se dividem. Não precisam afirmar-se criando imagens de si mesmos, e por isso não precisam se preocupar em proteger e realçar essas imagens. O esquilo é ele mesmo. A rosa é ela mesma. Contemplar a natureza pode libertar você desse “eu” que é o grande causador de problemas.”

Por Eckhart Tolle

Salmos, SL, 68:3, Os justos, porém, se alegram; exultam na presença de Deus e folgam de alegria.

Por Salmos, Antigo Testamento

O homem é a criatura que, para afirmar o seu ser e a sua diferença, nega.

Por Albert Camus

Não há caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho.

Por Thich Nhat Hanh

Números, NM, 26:44, Os filhos de Aser, segundo as suas famílias: de Imna, a família dos imnaítas; de Isvi, a família dos isvitas; de Berias, a família dos beriaítas.

Por Números, Antigo Testamento

Fingir que não estava loucamente enamorado por ela era o papel mais difícil que ele já tinha interpretado.

Por Alexis Daria

Mateus, MT, 27:21, De novo, o governador perguntou: - Qual dos dois vocês querem que eu solte? Eles responderam: - Barrabás!

Por Mateus, Novo Testamento

Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser pôr à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.

Por Desconhecido

Desencanto Eu faço versos como quem chora De desalento. . . de desencanto. . . Fecha o meu livro, se por agora Não tens motivo nenhum de pranto. Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . . Tristeza esparsa... remorso vão... Dói-me nas veias. Amargo e quente, Cai, gota a gota, do coração. E nestes versos de angústia rouca, Assim dos lábios a vida corre, Deixando um acre sabor na boca. – Eu faço versos como quem morre.

Por Manuel Bandeira

Quando o criador é original por natureza, pouco importam os meios de que se vale para fixar seu pensamento.

Por Heitor Villa-Lobos