Quando a gente passa a gostar de alguém, lá pelas tantas, o mundo ao nosso redor acusa as lembranças do que sentimos, já percebeu? A respiração oscila entre raras calmarias e arritmias bravas, os dedos das mãos acusam o nervosismo pelos pequenos surtos, o discurso que sai dos nossos lábios se torna mais pacifista. O mundo não é o mesmo. Nem os carros. Nem a rodovia e as pessoas que a atravessam às pressas. Tampouco os móveis do quarto, os quadros da sala e o que habita o universo físico ao redor do corpo… Não com você aqui. É bem mais bonito.
A frase mais vista deste Autor.
Você coloca a ponta dos dedos nas minhas feridas. Diz que entende a dor. E entende. Mas não quer acabar com as cicatrizes, porque diz que elas me fazem crescer.
Quando o sentimento é muito maior que a carga emocional que já carregamos, o corpo inteiro sente. Seja para o bem ou para o mal.